POLIANA SANTOS é londrinense com orgulho. Nasceu e cresceu no Jardim Paraíso e trabalha, há 14 anos, como agente educacional 2 no Colégio Pe. Wistremundo, no bairro Ouro Verde, zona norte da cidade, que conhece como a palma de sua mão.
Filha da dona Nilza e do seu Marcos, o famoso Trampolim, Poliana aprendeu desde cedo o valor do trabalho, a importância da honestidade e o potencial transformador do conhecimento. Seguiu seu sonho de cursar universidade pública e se graduou em História pela Universidade Estadual de Londrina.
Sempre com força e esperança para transformar a cidade, Poliana atua há anos como ativista de diversas frentes, lutando por uma Londrina justa e democrática:
- Movimento sindical da Educação pela APP Sindicato: é conselheira de base licenciada.
- Movimento de mulheres: é conselheira licenciada do Conselho Municipal de Políticas Públicas para Mulheres. Integra a Marcha Mundial das Mulheres nacional e a Frente Feminista de Londrina. É membro cofundadora do Coletivo de Mulheres Luísa Mahin.
- Movimento LGBT+: é integrante do Fórum LGBT+ de Londrina e do Coletivo Movimento Construção, sendo coorganizadora da Parada LGBT+ de Londrina.
- Movimento negro: é conselheira licenciada do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial – CMPIR.
- Cultura: é coorganizadora do Sarau das Pretas de Londrina, evento cultural e formativo que leva a literatura feminina sob o olhar da mulher negra para crianças, jovens e adultos de todas as regiões da cidade e zona rural, promovendo o acesso à cultura sob o recorte das relações sociais.
Poli em manifestação relembrando o 30 de Agosto: dia que, em 1988, professores foram atacados pela cavalaria da PM a mando do Governo do Estado durante protesto em Curitiba Poliana em ato pela memória de Marielle Franco. Estamos há 30 meses sem saber, quem mandou matar Marielle? Poliana com as integrantes do coletivo Luiza Mahin e equipe de produção do Sarau das Pretas Poliana e demais integrantes do Coletivo Movimento Construção, na 3ª Parada LGBTI+ de Londrina em 2019 Poliana e sua família, dona Nilza e seu Marcos, o famoso Trampolim
